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Brasil - Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem nos filhos

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

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Se não houver recurso, proposta seguirá direto para votação no Senado.

Relatora da proposta destacou que projeto não prevê punições severas.

 

 

Comissão especial da 'Lei da Palmada' manteve texto original da proposta, em que a criança deve ser tratada sem 'castigos' (Foto: Larissa Ponce/Agência Câmara)

 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) o projeto de lei que proíbe os pais de baterem nos filhos. Votada em caráter conclusivo na comissão especial formada para analisar a proposta, a chamada "Lei da Palmada" não precisará ser analisada em plenário e seguirá direto para o Senado. Existe a possibilidade de o projeto ser encaminhado ao plenário da Câmara, para votação com todos os deputados da Casa, mas para isso seria necessário juntar 52 assinaturas até o prazo de cinco sessões, o que poderia ocorrer só em  2012.


Relatado pela deputada Teresa Surita (PMDB-RR), o projeto prevê que pais que maltratarem os filhos sejam encaminhados a programa oficial de proteção à família e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança que sofrer a agressão deverá ser encaminhada a tratamento especializado.


As medidas serão aplicadas pelo juiz da Vara da Infância. Teresa Surita destacou que não há, no texto, qualquer previsão de multa, prisão ou perda da guarda dos filhos.


"Dar uma palmada não é crime, não acontece nada com os pais como punição. Não se propõe que se puna ou penalize os pais. [...] Mas a palmada é uma violência, é o início de qualquer agressão. A essência da lei é proteger a criança de qualquer agressão", disse a deputada.

 

Pelo texto do projeto, crianças e adolescentes "têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou proteger".


"Na educação de crianças e adolescentes, nem suaves palmadinhas nem beliscões, nem xingamentos, nem qualquer forma de agressão, tenha ela a natureza e a intensidade que tiver, pode ser admitida", afirmou a relatora da proposta no parecer lido na Comissão Especial.


Um dos artigos do projeto de lei prevê multa de três a 20 salários mínimos a médico, professor ou ocupante de cargo público que deixar de denunciar casos de agressão a crianças ou adolescentes. A denúncia pode ser feita ao conselho tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz.


A presidente da Comissão Especial, Érika Kokay (PT-DF), defendeu a proposta. "O castigo corporal só muda o comportamento na frente do agressor. Não é um mecanismo eficiente de convencimento, porque não muda a conduta de quem é agredido. Quem é agredido aprende a resolver conflitos através da violência e a subjugar o mais fraco."


De acordo com o texto do projeto, castigo físico é "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em lesão à criança ou adolescente". Já tratamento cruel ou degradante é definido como "conduta ou forma cruel de tratamento que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente".


Castigo ou agressão


Nesta terça (13), a sessão que votaria o projeto foi adiada por falta de quorum, após divergências com a bancada evangélica sobre o trecho que cita "castigos corporais". Os parlamentares religiosos reivindicavam a substituição por "agressões físicas". A sugestão, contudo, não foi acatada por defensores da proposta.
"O que todos querem é que fique 'castigo físico', porque se trata de uma agressão com objetivo de correção, tem caráter disciplinar", disse Teresa Surita. Segundo ela, havia uma preocupação da bancada evangélica de que a lei significasse uma interferência do Estado na família.


"A preocupação é de que não haja uma interferência do Estado na família. Essa lei não é punitiva, ela é pedagógica", afirmou. Durante a o debate na Comissão Especial o deputado Edmar Arruda (PSC-RR), integrante da bancada evangélica, questionou a decisão da relatora de não substituir "castigo" por "agressão".


"Nós dissemos a vossa excelência que não gostaríamos de ver no texto a palavra castigo, gostaríamos que fosse alterado para agressão. Quero saber por que não houve essa alteração, já que tínhamos um acordo", afirmou.


A deputada Teresa Surita, então, explicou que conversou com o líder da bancada evangélica, João Campos, e que ele disse concordar com a manutenção do trecho original. Com a explicação, o deputado Edmar Arruda aceitou votar a proposta..

 

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G1.

 

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Igor H. Mello (@_igormello)

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Saúde - Crianças passam mal e fazem RS recolher achocolatado Toddynho

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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A Vigilância da Saúde do Rio Grande do Sul decidiu recolher todos os lotes do achocolatado Toddynho no Estado. O órgão está investigando quatro ocorrências de queimaduras na boca de crianças que ingeriram o produto na região metropolitana de Porto Alegre.

 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pediu que a Secretaria da Saúde de São Paulo faça inspeção imediata na fábrica do achocolatado em Guarulhos (Grande SP).

Segundo a Anvisa, há problemas em dois lotes do produto, com data de validade de 19 de fevereiro de 2012. O órgão disse ainda que a PepsiCo, responsável pela marca Toddynho, informou que houve falha na fabricação de lotes que foram enviados exclusivamente ao Rio Grande do Sul.

 

São considerados suspeitos os lotes de L4 32 05:30 a L4 32 06:30. A Anvisa pede que não sejam consumidos produtos com essa numeração.

Os primeiros resultados de análises feitas em laboratório indicaram que o achocolatado continha um PH considerado muito alto para um alimento.

 

Em comunicado, a PepsiCo disse que cerca de 80 unidades de 200 ml do produto tiveram alteração e que imediatamente tomou medidas para tirá-las de circulação. A empresa pediu que os consumidores que precisarem de esclarecimentos liguem para o telefone 0800-7032222.

 

Falou ainda que pauta suas ações "pela ética e transparência" e que segue "rigoroso controle de qualidade" em sua produção.

 

Crianças passam mal e fazem o governo do Rio Grande do Sul recolher achocolatado Toddynho no Estado

Crianças passam mal e fazem o governo do Rio Grande do Sul recolher achocolatado Toddynho no Estado

Sidinei Lopes/Folhapress

 

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FELIPE BÄCHTOLD / Folha.com

Indicação da leitora: Marise Catharine

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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Mundo - Menino mama nas tetas de uma vaca no Camboja

sábado, 10 de setembro de 2011

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Criança de 1 ano e oito meses toma o leite do animal desde julho deste ano.

Ele começou a mamar na vaca após observar um bezerro.

 

Um menino de 1 ano e oito meses mama nas tetas de uma vaca há cerca de dois meses na província de Siem Reap, no Camboja, informou seu avô, Um Oeung. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)

Um menino de 1 ano e oito meses mama nas tetas de uma vaca há cerca de dois meses na província de Siem Reap, no Camboja, informou seu avô, Um Oeung. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)

 

A criança começou a tomar o leite do animal em julho deste ano, depois que seus pais se mudaram para a Tailândia à procura de trabalho. Ele observou um bezerro mamar e repetiu a cena nas tetas da vaca. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)A criança começou a tomar o leite do animal em julho deste ano, depois que seus pais se mudaram para a Tailândia à procura de trabalho. Ele observou um bezerro mamar e repetiu a cena nas tetas da vaca. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)

 

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G1/Globo.com

 

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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Mundo - Fotógrafa registra imagens de sua pequena filha e sua cadela gigante

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

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Quando a fotógrafa Erin Vey, de Seattle, EUA, engravidou, já sabia que teria um longo caminho para preparar Gracie, sua cachorra de sete anos, da raça dogue alemão (conhecida por ser a maior do mundo), para a chegada de um bebê.

 

 

Quando Maggy, a filhinha nasceu, Gracie passou uma semana na casa dos pais da Erin, que é amante dos cães e nunca pensou em abandonar a sua peluda por causa da filha. Quando voltou para o seu lar percebeu que havia algo de diferente. Cheirou a casa toda e as fraldas da recém nascida.

 

As primeiras semanas não foram fáceis. Gracie agia de modo estranho e dormia em lugares e posições nada convencionais, e a fotógrafa se sentia culpada por não poder dar a mesma atenção que ela recebia antes de Maggy nascer. Mas os dias foram passando e a normalidade voltando. Maggy e Gracie estabeleceram uma excelente convivência e a fotógrafa registrou momentos lindos dessa nova amizade.

Delicie-se com as belas imagens!

 

 

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Luciana Florence – Criativa – Globo.com

 

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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