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São Leopoldo – Burger King abre hoje na cidade

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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Foto: Pedro Tesch

A espera acabou!

 

Inúmeras pessoas ficaram contentes ao passar pelo Bourbon Shopping e ver que uma instalação do Burger King estava sendo construída. Porém, muitos não sabiam o dia que a vontade de comer um BK Stacker Triplo iria acontecer.

 

De acordo com a direção do própria BK, hoje, 14h, a lona é aberta e teremos funcionalmente a primeira franquia da rede na cidade.

 

Cardápios, o institucional e a história do Burger King estão disponíveis no site http://www.burgerking.com.br.

 

 

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Redação Click São Léo

 

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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Mundo - Restaurante japonês faz sushi de 6 quilos

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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Se você fica cheio de água na boca só de pensar em comida japonesa, vai querer voar ao Japão só para experimentar esse prato. Mas leve amigos, ao menos, umas 10 pessoas. O restaurante Umewaka, na cidade de Anjo, serve um sushi de 6 quilos e 25 centímetros de diâmetro.

 

Editora Globo

Reprodução: Oddity Central

 

A comida vem enrolada em uma folha de alga de 2 metros e além do arroz, leva 24 ingredientes, como peixes, frutos do mar e vegetais. O prato deve ser encomendado com 2 dias de antecedência e não é barato. Um rolo tamanho família sai por 15 mil ienes, ou cerca de R$ 360. Para os amantes de sushi vale cada centavo.

 

Editora Globo

 

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Galileu

 

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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Saúde - Crianças passam mal e fazem RS recolher achocolatado Toddynho

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A Vigilância da Saúde do Rio Grande do Sul decidiu recolher todos os lotes do achocolatado Toddynho no Estado. O órgão está investigando quatro ocorrências de queimaduras na boca de crianças que ingeriram o produto na região metropolitana de Porto Alegre.

 

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pediu que a Secretaria da Saúde de São Paulo faça inspeção imediata na fábrica do achocolatado em Guarulhos (Grande SP).

Segundo a Anvisa, há problemas em dois lotes do produto, com data de validade de 19 de fevereiro de 2012. O órgão disse ainda que a PepsiCo, responsável pela marca Toddynho, informou que houve falha na fabricação de lotes que foram enviados exclusivamente ao Rio Grande do Sul.

 

São considerados suspeitos os lotes de L4 32 05:30 a L4 32 06:30. A Anvisa pede que não sejam consumidos produtos com essa numeração.

Os primeiros resultados de análises feitas em laboratório indicaram que o achocolatado continha um PH considerado muito alto para um alimento.

 

Em comunicado, a PepsiCo disse que cerca de 80 unidades de 200 ml do produto tiveram alteração e que imediatamente tomou medidas para tirá-las de circulação. A empresa pediu que os consumidores que precisarem de esclarecimentos liguem para o telefone 0800-7032222.

 

Falou ainda que pauta suas ações "pela ética e transparência" e que segue "rigoroso controle de qualidade" em sua produção.

 

Crianças passam mal e fazem o governo do Rio Grande do Sul recolher achocolatado Toddynho no Estado

Crianças passam mal e fazem o governo do Rio Grande do Sul recolher achocolatado Toddynho no Estado

Sidinei Lopes/Folhapress

 

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FELIPE BÄCHTOLD / Folha.com

Indicação da leitora: Marise Catharine

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Pedro H. Tesch (@phtesch)
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Inovação – Papel filme muda de cor se o alimento estiver estragado

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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Nem sempre a data de validade é a garantia de um alimento ainda fresco ou comestível e, muitas vezes, o mau armazenamento encurta muito a data prevista. Essa incerteza, somada ao escândalo ocorrido na Alemanha envolvendo carne estragada, deixou os consumidores inseguros quanto aos alimentos como carne e peixe. Nesse cenário, surge o mais novo controle de qualidade desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Fraunhofer para Tecnologias de Estado Sólido Modular EMFT em Munique: um sensor em forma de papel filme que, através da mudança de cor, avisa imediatamente se o alimento está estragado. Essa inovação é patrocinada pelo Ministério Federal de Pesquisa e Educação da Alemanha.

 

O sensor responde a aminas biogênicas, que são as moléculas produzidas durante a decomposição e também aquelas responsáveis pelo odor desagradável dos alimentos estragados. Portanto, a inovação não é só interessante por detectar produtos não comestíveis, mas também por alertar pessoas que são alérgicas a essas aminas. Outra vantagem é que o sistema de sensor em filme é barato e pode ser produzido em grande escala, ao contrário dos sensores eletrônicos que são caros e até de outras soluções que muitas vezes não atendem os padrões elevados de segurança alimentar. Isso porque esses outros sensores entram em contato com o alimento, enquanto o sensor por filme analisa apenas aminas gasosas, é o que explica a doutora Anna Hezinger, cientista do EMFT.

 

image

 

O funcionamento do sensor é bem simples: ele é colocado na embalagem em que estão os alimentos e verifica a existência de aminas biogênicas no ar. Então, se uma certa concentração de aminas é identificada, o sensor indica claramente no filme uma mudança de cor: de amarelo para azul. Esse é o alerta de que o alimento já está em decomposição. "Ao contrário do prazo de validade, as informações no filme do sensor não são baseadas em uma estimativa, mas em um controle real do alimento em si", afirma Hezinger.

 

Cientistas do Instituto Fraunhofer estão trabalhando em um método de medição com um sensor de filme embutido que seriam empregados nos produtos ainda nas indústrias de alimentos. Assim, a verificação da frescura dos alimentos é mais precisa. A Dra. Anna Hezinger e sua equipe estão atualmente à procura de parceiros na indústria, com os quais possam desenvolver e produzir o filme do sensor e método de medição.

 

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Redação Click São Léo

Fraunhofer EMFT

 

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Evelise Schenatto (@eveschenatto)

@ClickSaoLeo

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Alimentação - Ingestão de alimentos gordurosos causa efeito 'similar ao da maconha'

domingo, 10 de julho de 2011

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Não estranhe qualquer semelhança com o científico nome de 'cannabis', acontece que cientistas norte-americanos descobriram que quando comemos alimentos gordurosos o organismo humano produz uma substância um tanto 'prazerosa'. É a tal da 'endocanabinóide', uma espécie de lipídio biologicamente ativo que possui efeito semelhante ao da maconha.

 

De acordo com a pesquisa, o processo todo começa quando a gordura ainda está na língua, que gera um sinal nervoso que vai 'viajando' do cérebro até o intestino, onde os 'endocanabionóides' são produzidos. Lá, a substância provoca uma onda de ativação celular que resulta em um desejo desenfreado de comer batata frita com refrigerante e chocolate, também conhecido como 'larica'.

 

''Nós sabemos que comidas gordurosas podem ter um um bom sabor, mas os mecanismo moleculares e sinais por trás dessa resposta eram desconhecidos. Agora sabemos que comidas gordurosas geram um sinal na língua que leva o intestino delgado a produzir as substâncias químicas conhecidas como 'a maconha natural do corpo humano', que induzem ao consumo de gordura'', afirma a líder da pesquisa Daniele Piomelli, à BBC.

 

Substância chamada 'endocanabinóide' gera vontade de comer descontroladamente

 

 

Segundo a conclusão dos cientistas envolvidos no estudo, a descoberta pode indicar novos caminhos para conter doenças e suas variações como a obesidade e o colesterol alto. O estudo aponta para alternativas como o uso de medicamentos que interrompam o estímulo provocado pelo 'endocanabinóide', podendo assim conter a ingestão compulsiva de alimentos gordurosos.

 

Para aumentar ainda mais a aplicabilidade dos resultados da pesquisa, os medicamentos a serem usados não resultam em efeitos colaterais geralmente causados quando a tal substância 'prazerosa' é bloqueada. "Como tais drogas bloqueadoras não precisam penetrar no cérebro, elas não teriam porque causar efeitos colaterais, como ansiedade e depressão, que surgem quando a ação endocanabinóide é bloqueada no cérebro", conta Piomelli.

 

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Via Portal MTV

 

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Evelise Schenatto (@eveschenatto)
@ClickSaoLeo

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