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Notícia - Ganhador da Mega da Virada do CE apostou R$ 2, diz casa lotérica

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

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O ganhador da Mega-Sena da Virada que apostou em Russas, no Ceará, jogou R$ 2,00 em uma 'surpresinha', segundo informou a agência lotérica que recebeu a aposta. O novo milionário sacou o prêmio de R$ 35.523.497,52 ainda na segunda-feira (2) pela manhã em uma agência da Caixa Econômica do Ceará, fora da cidade de Russas, de acordo com o banco. Na 'surpresinha'', a propria máquina escolhe os números da aposta.

 

A Caixa informou que assim que sacou o prêmio, o milionário fez investimentos e aplicações na própria Caixa. Na agência lotérica da aposta, localizada no Centro de Russas, os funcionários contam que a movimentação está grande. “Todo mundo está querendo saber quem é e vindo checar prêmios”, conta a secretária da lotérica que recebeu, ao todo, 9 mil apostas para a Mega Sena da Virada.

 

O sorteio da Mega da Virada ocorreu no sábado (31) e saiu para cinco apostas, feitas em Belém (PA), Carmo do Cajuru (MG), Mauá (SP), Russas (CE) e Brasília. O valor total do prêmio foi de R$ 177,6 milhões. As dezenas sorteadas foram 03 - 04 - 29 - 36 - 45 – 55.

 

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G1.

 

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Igor H. Mello (@_igormello)
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Brasil - Novo salário mínimo de R$ 622 já está em vigor

domingo, 1 de janeiro de 2012

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Imagem: Internet

 

O novo salário mínimo, de R$ 622, entrou em vigor neste domingo (1º) e deve colocar mais de R$ 47 bilhões em circulação na economia neste ano, segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

 

O valor atual representa um aumento real (descontada a inflação) de 9,2% em relação ao mínimo vigente até ontem, de R$ 545.

 

A alteração foi publicada no "Diário Oficial" da União assinado pela presidente Dilma Rousseff. Essa é a primeira vez que a administração petista não reajusta o valor para um múltiplo de R$ 5. Essa prática era seguida, de acordo com as explicações anteriores, para facilitar os saques em caixas eletrônicos.

 

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http://www.aquidauananews.com

 

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Igor H. Mello (@_Igormello)

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Internet - Não basta ‘curtir’. A onda em 2012 será ganhar dinheiro no Facebook

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

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O comércio nas redes sociais não vai se restringir a empresas e usuários; será crescente o número de negócios de consumidor para consumidor

 

 

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, em palestra na conferência f8 de setembro de 2011

 

Muita gente já participou de ações de alguma marca nas redes sociais, como concursos culturais, sorteios, estímulo ao uso de aplicativos que permitem customizar um produto, oferecimento de descontos a quem é seguidor da companhia, etc. É que as empresas têm plena consciência do enorme mercado que este ambiente representa.

 

Segundo a IBOPE Nielsen Online, 77,8 milhões de pessoas têm acesso à web no país e mais da metade delas (40,8 milhões de usuários) acessam sites de relacionamento como Facebook, Orkut, Twitter, entre outros*. Todas não só querem ficar em evidência, como testam, cada vez mais, sistemas para fazer negócio nas redes. A grande novidade para 2012, no entanto, é que o usuário progressivamente deve sair da posição meramente receptiva para se tornar uma espécie de ‘microempresário’ virtual. Graças a aplicativos disponíveis no mercado, ganhar dinheiro neste ambiente já é algo possível hoje –

 

especialistas ouvidos pelo site de VEJA apontam que essa tendência terá maior relevância daqui para frente.

No Twitter, já está consolidada, por exemplo, a prática de recomendação remunerada de conteúdo publicitário. O usuário envia um tweet referendando algum produto ou marca a todos os seus seguidores e recebe por isso. Contudo, é no Facebook que podem ser encontradas as iniciativas mais promissoras. O chamado F-commerce – apelido para o comércio no Facebook – está ganhando força no Brasil graças à facilidade de se montar uma loja virtual na rede. Dentro desta tendência, o movimento que se destaca é o comércio direto de consumidor a consumidor.

 

Sua própria lojinha – Já é possível montar uma loja virtual dentro do Facebook para vender os próprios produtos. Empresas, como a brasileira Like Store, fornecem as ferramentas para o desenvolvimento do ambiente de compra. O próprio Facebook oferece um aplicativo, chamado Market Place, que funciona mais ou menos como uma página de classificados de jornal: o usuário anuncia a venda de seu celular antigo, de um carro ou pode até mesmo postar uma vaga de emprego. Mas uma tendência que ganha força neste ambiente é a de pessoas usarem a rede para fazer comércio sem que sejam donas do que é vendido. Podem simplesmente ser curadoras comissionadas de produtos comercializados por outras empresas – ganhando um porcentual da venda cada vez que um amigo adquire um produto movido por sua recomendação.

 

Em agosto, este tipo de iniciativa começou a ser testado no Brasil pela gigante varejista Magazine Luiza. Por meio do aplicativo Magazine Você, a rede permite que o usuário do Facebook escolha até 60 produtos de seu portfólio de mais oito mil itens para montar uma mini loja em seu perfil. Cumprida essa etapa, basta divulgar aos amigos por meio de recomendações e opiniões. Para cada produto vendido, o usuário recebe uma comissão que vai de 2,5% a 4,5%. O aplicativo encontra-se em fase de avaliação e só está liberado para uso de familiares de funcionários da empresa. Ainda assim, nada menos que 800 lojas estão funcionando neste esquema. Cautelosa, a varejista diz que, por enquanto, não há previsão para liberar o programa a todos os clientes e tampouco divulga o faturamento dos novos lojistas.

 

A brasileira Boo-Box – empresa de tecnologia de publicidade para mídias sociais – começou a desenvolver e testar sistemas que permitem esse tipo de comércio consumidor-consumidor no Facebook. A ideia é estreitar a relação das empresas com seus clientes, agregando a este esforço a inteligência dos usuários da rede. Aquele que é considerado por seus amigos como um especialista em determinado assunto poderá, com o ajuda da Boo-Box, ser comissionado ao vender produtos ou mesmo ser remunerado por realizar comentários, fazer avaliações e tecer sugestões sobre bens e serviços.

 

No exterior, há também iniciativas interessantes. A americana Converse All Star, por exemplo, testa um aplicativo que transforma o usuário do Facebook num designer da empresa. Com a ajuda do programa, é possível desenhar pares personalizados do famoso tênis para depois vendê-los aos amigos.

Audiência x influência – Recomendação de conteúdo nas redes sociais não é propriamente uma novidade. Na rede de microblogs Twitter, a prática é adotada de forma ampla por donos de perfis com muitos seguidores. A diferença da recomendação comissionada no Facebook é que o tamanho da audiência não importa, mas sim a influência sobre ela. “Se você convence um amigo a comprar um carro, você é mais influente do que quem tem mil seguidores e só os convence a clicar em um link”, diz Marco Gomes, fundador da Boo-Box.

 

Já está provado por pesquisas que as redes sociais influenciam fortemente a decisão de compra dos consumidores. Um estudo conduzido neste ano pela consultoria de mercado Oh! Panel na América Latina concluiu que 72,8% das pessoas que usam redes sociais confiam mais nas recomendações de colegas do que no parecer de especialistas. Explorar comercialmente essa publicidade natural dos membros dos sites de relacionamento é uma ferramenta que pode se revelar lucrativa tanto para as empresas quanto para as pessoas.  Esse novo formato, aliás, amplia ainda mais o alcance do social commerce, já que a curadoria dos amigos na internet está vinculada diretamente ao ambiente de compra e o usuário chancela o produto com muito mais boa vontade. “Em 2012 teremos o Natal das compras dentro das redes sociais”, diz Gabriel Borges, CEO da LikeStore.

 

*Estatística da IBOPE Nielsen Online refere-se à categoria “comunidades” que engloba redes sociais, blogs, microblogs, bate-papos, fóruns e outros sites de relacionamento.

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Veja

 

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Igor H. Mello (@_igormello)

@ClickSaoLeo

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Mundo - Cassino bilionário é inaugurado em Macau, na China

sexta-feira, 20 de maio de 2011

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Cassino faz parte do complexo com três hotéis e piscina de onda artificial.

Há 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel.

 

Galaxy Macau (Foto: AP)

Vista aérea do Galaxy Macau (Foto: AP)

 

O Galaxy Macau, um resort e cassino bilionário, foi inaugurado no ultimo domingo (15/05) em Macau, na China, com 450 mesas de jogo e 1.500 máquinas de caça-níquel. O empreendimento empresa Galaxy Entertainment Group custou quase 2 bilhões de dólares e pretende atrair uma maior variedade de visitantes do que outros do mesmo ramo no país.

 

Máquinas de caça-níquel Galaxy Macau (Foto: AP)

Máquinas de caça-níquel do Galaxy Macau (Foto: AP)

 

No complexo, há três hotéis, incluindo um da cadeia de Cingapura Banyan Tree e outra cadeia Okura, no Japão, com 2.200 quartos.

Uma das maiores atrações do resort é uma piscina de ondas artificiais de 4 mil metros quadrados, que gera ondas de até 1,5 metro de altura em uma praia artificial criada com 350 toneladas de areia branca.

Há ainda jardins tropicais e japoneses, um pavilhão japonês, um bar especializado em uísque escocês, 50 restaurantes, um clube privado e uma rua de compras. Até o fim deste ano será inaugurado um cinema para filmes em três dimensões.

 

Casso conta com 450 mesas de jogo (Foto: AP)

Casso conta com 450 mesas de jogo (Foto: AP)

 

Visitantes ficaram impressionados com o luxo do cassino (Foto: AP)

Visitantes ficaram impressionados com o luxo do cassino (Foto: AP)

 

Fonte: g1.com.br

 

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Tales Kraemer
@taleskraemer
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Dinheiro - Qual o preço do seu sonho?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

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Empresas começam a ganhar dinheiro no Brasil realizando desejos, como um passeio de balão na França, dirigir uma Ferrari em Roma ou fazer uma viagem para fora da Terra. Conheça o “mercado de experiências”

 

A correria do dia a dia faz com que as pessoas cada vez mais apreciem os pequenos prazeres da vida, certo? Bens materiais como um carro superpotente, um jatinho particular ou uma cobertura num prédio luxuoso estão perdendo espaço para atividades de lazer e diversão, certo? Hoje, o tempo é a mais valiosa moeda, certo? É apostando que essas três afirmativas estão corretas que empresas começam a ganhar dinheiro no Brasil vendendo sonhos. E, acredite, todo sonho tem seu preço.

 

Um passeio de balão na Turquia: R$ 8 mil. Uma volta de Ferrari pelas ruas de Roma: R$ 16 mil. Um almoço no Castelo de Esclimont, na França: R$ 12 mil. E, para os menos abonados, sobrevoar Las Vegas de helicóptero: R$ 5 mil.

 

Essas são algumas opções que O Melhor da Vida oferece àqueles que estão dispostos a colocar a mão no bolso para desfrutar experiências que não podem ser encontradas em qualquer agência de viagens.

 

.Arquivo Pessoal

Maurício Moraes atingiu as metas propostas no banco onde trabalhava e foi jogar golfe com a mulher em St Andrews, cidade escocesa considerada o berço do esporte (Arquivo Pessoal)

 

A empresa começou em 2005 e foi inspirada no mercado de experiências com o qual os europeus já estavam familiarizados. Focada no mundo corporativo, a ideia era incentivar premiações dentro de outras empresas, a fidelidade e promoções para o consumidor final. Essa é uma maneira de incentivar o alcance de metas por parte dos funcionários. Foi assim que o gerente de banco Maurício Moraes ganhou uma viagem de sete dias para a Escócia, cujo principal atrativo era um passe livre para jogar golfe em St Andrews, cidade conhecida como o berço do esporte.

 

“No meu primeiro dia, joguei três vezes. Bateu o nervosismo. É como se alguém que fosse apaixonado por futebol pudesse jogar uma partida no Maracanã”, conta Moraes. Mas essas experiências não costumam ser assim, “rapidinhas”. “Se você compra um passeio de Ferrari em Roma, o pacote inclui outros serviços, como o hotel, comer em bons restaurantes e passeios turísticos pela cidade”, explica o presidente d’O Melhor da Vida, Jorge Nahas. Moraes, que foi para a Escócia acompanhado da esposa, se surpreendeu: “Viajei sabendo que ia jogar golfe e mais nada, mas ainda passei uma noite num castelo, conheci o Lago Ness e fiz uma rota do whisky. Foi uma experiência perfeita. Eu nem sabia que era possível comprar algo do tipo”.

 

Por Carlos Giffoni
Época Negócios.

 

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Pedro H. Tesch

@phtesch
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